Uma década de agro amazônico
Da primeira mostra acadêmica em 2017 ao maior evento do setor agropecuário do Estado do Amazonas.
A Feira de Agronegócios da Universidade Nilton Lins nasceu para conectar universidade, produtor rural, tecnologia e mercado. Ao longo de nove edições, consolidou-se como uma plataforma integrada de educação, inovação, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
A gênese da feira
A Universidade Nilton Lins foi fundada em 1988 pelo Professor Nilton Costa Lins com a missão de Educar a Amazônia. Credenciada como universidade em maio de 2011, a instituição cresceu com uma infraestrutura única na região Norte: dois campi, mais de 600 salas de aula, laboratórios especializados, complexo desportivo e uma fazenda experimental que se tornou a base física da feira.
Nilton Lins Júnior, empresário e presidente do Grupo Nilton Lins, herdou a visão educacional do pai e a expandiu para o setor agropecuário. Identificando o potencial subutilizado do agro na Amazônia e a falta de eventos especializados na região Norte, idealizou a feira como um espaço de intercâmbio tecnológico, negócios e sustentabilidade.
O diferencial do evento está no modelo educativo-comercial: uma feira realizada por uma instituição de ensino e pesquisa, com pilares na sustentabilidade e na preservação ambiental. Não é apenas comércio: é busca de soluções adaptadas ao ecossistema amazônico, integrando produtor rural, tecnologia e sociedade.
A fazenda experimental da Universidade Nilton Lins é o elemento diferencial da feira: oferece espaço adequado para grandes exposições, facilidades para manejo de animais, áreas para demonstrações práticas e laboratórios de campo — um ambiente real de produção agropecuária.
Fundada em 1988 e credenciada como universidade em 2011, a instituição possui mais de 600 salas, laboratórios especializados, o maior auditório da cidade para 4.000 pessoas, bibliotecas com acervo superior a 100.000 livros e área total de 1.000.000 m².
Objetivos fundadores
Intercâmbio tecnológico
- Proporcionar ambiente favorável ao intercâmbio de novas tecnologias produtivas
- Destacar potencialidades do agronegócio e divulgar tecnologias do setor produtivo
- Apoiar ações de pesquisa na área agropecuária
Desenvolvimento de negócios
- Facilitar a concretização de negócios no setor agropecuário
- Incentivar a participação de novas empresas do setor primário
- Favorecer a comercialização de produtos da área
Sustentabilidade amazônica
- Estimular a organização de produtores na implementação de projetos sustentáveis
- Promover a integração de órgãos fomentadores do desenvolvimento
- Facilitar o acesso a produtos, máquinas e equipamentos agrícolos
- Divulgar tecnologias do setor produtivo
Amazônia no centro
A feira foi construída olhando para as demandas do bioma amazônico. Desde os produtos típicos até tecnologias adaptadas ao clima e aos solos regionais, cada edição reforça a vocação amazônica do evento.
Tecnologias apresentadas
- 2017Enxada química
- 2017Desperfilhador por rotocompressão
- 2017Deposição de fungicidas para controle da sigatoka negra
- 2022Melhoramento genético de gado leiteiro zebu
- 2024Sistemas de qualidade da água para piscicultura
Produção e comercialização de um dos ícones da floresta.
Cultura tradicional e base da alimentação regional.
Adaptada aos recursos hídricos da maior bacia do mundo.
Valorização sustentável da floresta em pé.
Flor do Amazonas e outras floradas regionais.
Flor do Guaraná e cadeias produtivas locais.
Processamento e comercialização de frutas nativas.
Da primeira à décima
Lançamento da feira com entrada paga, workshop da Embrapa e público de 100.000 pessoas em 4 dias.
Entrada gratuita, introdução do rodeio e 200+ expositores em 100.000 m².
Primeira expansão para 5 dias, R$ 25 milhões movimentados e 50+ atividades acadêmicas.
Edição virtual em formato adaptado à pandemia, mantendo as competições equestres.
Retomada presencial em novembro, R$ 50 milhões em negócios e integração dos alunos de jornalismo.
Retorno ao mês de setembro, Fazendinha e superação das metas de público e negócios.
Tema central Agronegócio, Tecnologia & Sustentabilidade, 150+ marcas e 35 anos da Universidade.
Recorde de 67 atividades acadêmicas, robô funcional da Honda e R$ 50 milhões projetados.
47 cursos e palestras, 100+ expositores, Mahi Mahi Va'a Manaus e 250.000+ visitantes esperados.
Uma década do agro Nilton Lins: 07 a 11 de outubro de 2026.


